Psicóloga formada pela Universidade Paulista, atua em Psicologia clínica e em instituição na região de Embu das Artes - grande São Paulo. No momento realiza especialização em Gestão das Políticas Sociais e em Terapia familiar & de casal na Universidade Federal do Estado de São Paulo.
O objetivo é tirar dúvidas e informar pessoas que necessitem de orientações ligadas à Psicologia. Consulte a página "Contato" para maiores detalhes ou "Perguntas e Respostas" para esclarecer outras informações que se façam necessárias.

Flor de Lótus (Rabindranath Tagore)

 

 

 

 

 

No dia em que a flor de lótus desabrochou

A minha mente vagava, e eu não a percebi.

Minha cesta estava vazia e a flor ficou esquecida.

Somente agora e novamente, uma tristeza caiu sobre mim.

Acordei do meu sonho sentindo o doce rastro

De um perfume no vento sul.

Essa vaga doçura fez o meu coração doer de saudade.

Pareceu-me ser o sopro ardente no verão, procurando completar-se.

Eu não sabia então que a flor estava tão perto de mim

Que ela era minha, e que essa perfeita doçura

Tinha desabrochado no fundo do meu coração.

 

 

Abrindo um pequeno espaço para uma das grandes poesias de Tagore.

O que ensinar a seus filhos sobre crianças especiais

 

Segue texto interessante sobre o que os pais de crianças especiais gostariam que ensinassemos aos nossos filhos sobre o relacionamento com a diversidade:

Eu cresci sem conhecer nenhuma outra criança com necessidades especiais além do Adam, um visitante frequente do resort ao qual nossas famílias iam todos os verões. Ele tinha deficiência cognitiva. As crianças zombavam dele. Fico envergonhada de admitir que eu zombei também; meus pais não faziam idéia. Eles eram pais maravilhosos, mas nunca pensaram em ter uma conversa comigo sobre crianças com necessidades especiais.

 

E, então, eu tive meu filho Max; ele teve um AVC no nascimento que levou à paralisia cerebral. De repente, eu tinha uma criança para quem outras crianças olhavam e cochichavam a respeito. E eu desejei tanto que seus pais falassem com elas sobre crianças com necessidades especiais.

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Relações afetivas e sexuais no ambiente virtual

Alternamos nossos relacionamentos interpessoais de acordo com o contexto em que estamos inseridos, cada situação que nos é apresentada requer a atenção a um conjunto de regras, expectativas e ações, tal configuração é válida também para ambientes e interações virtuais.  Compreende-se que o ambiente virtual seja um território livre, mais maleável que o ambiente geográfico e temporal, ele permite que a pessoa que o experimenta vivencie várias identidades, no virtual não se elimina a identidade anterior, apenas se seleciona a que melhor se adapta ao contexto desejado.

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Seria o virtual um Baile de Máscaras no novo milênio?

 

 

A realidade virtual é um encontro desprendido das limitações geográficas, espaciais e temporais. Como tal, possibilita que a pessoa se desconecte de sua realidade concreta cotidiana, possibilitando um encontro virtual mediado pelas tecnologias, esse encontro pode ser compreendido e sentido de maneira tão real quanto os vividos na realidade concreta.

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“Agora é proibido por lei bater em crianças, e como eu faço para educar meu filho?” (SIC)

Recebi a seguinte pergunta por e-mail: Agora é proibido por lei bater em crianças, e como eu faço para educar meu filho?” (SIC), conforme abordado no texto anterior, o uso de castigos físicos e humilhações geram adultos: inseguros, instáveis e com dificuldades de comunicação, sempre que esse tema é abordado surgem algumas discussões, como: 1) a dificuldade de negociar com as crianças e adolescentes sem o uso de força ou autoritarismo, e 2) dificuldade dos pais em criar uma maneira nova e diferente da vivenciada para a educação das crianças e adolescentes “eu apanhava quando criança... para que educar meu filho de maneira diferente se comigo deu certo?” (sic). Sabe-se que o uso de castigos físicos ou humilhantes fez parte da educação de grande parte da população, nesse sentido, a discussão seria formas de quebrar este ciclo de violência, possibilitando que as novas gerações possam tornar-se éticas e amorosas sem que necessitem superar as dores de uma educação punitiva.

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Os castigos físicos ou humilhantes como forma de educação

O uso dos castigos físicos ou humilhantes são uma forma de educação baseada nas relações de poder, onde o individuo mais forte manda e os demais obedecem sem questionamento - caso não obedeça, sofre retaliações com uso de força física ou humilhações. Essa maneira de educar é um desrespeito à integridade física e a dignidade da criança ou adolescente. Colocando a nós, adultos, no lugar de quem sofreu uma punição física: se alguém nos bater, nos sentiremos humilhados, não vamos querer agradar a essa pessoa, teremos ressentimento, vamos querer vingança e não vamos achar que essa pessoa nos bateu desejando nosso bem – as crianças e adolescentes sentem a mesma coisa, educa-los utilizando castigos físicos ou humilhantes faz com que elas se afastem, faz com que deixem de respeitar e confiar no adulto responsável por seu cuidado.

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Obesidade

A Organização mundial de saúde tem comprovado o aumento da obesidade nos países em desenvolvimento, como o Brasil, a intensidade do fato pode ser comprovada em todas as bancas de jornal do país, com dezenas de publicações sobre o tema, apresentando formulas mágicas para o emagrecimento e alcance do “corpo ideal”, infelizmente, as soluções milagrosas para o excesso de peso apresentadas nos meios de comunicações de massa são insuficientes para o problema da obesidade e muitas vezes geram o que é chamado de “efeito sanfona”, ou ainda, um aumento maior de peso no final das desgastantes dietas.

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O erro

Há aqueles que erram pelos prismas da sociedade, há os que erram por amor, há os que erram pelo auto centrismo, há os que erram e seguem em frente, há os que se envolvem e se perdem ao emaranhado de confusões provocado pelos seus próprios erros, há erros grandes e erros menores e, sempre há uma consequência por cada erro cometido. Perde-se a liberdade, amores, oportunidades, amizades e tempo.

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Dificuldades encontradas na sexualidade masculina

O que é ser homem? Diversas vezes nos deparamos com o estereótipo do que deve ser um homem, em nossa cultura há um modelo bastante rígido do que se é esperado para tanto, ele deve ter poder, ser agressivo, ter iniciativa, não ser emotivo e estar sempre disposto e interessado em sexo. Esse padrão rígido imposto aos homens desde a primeira infância faz com que a maior parte dos homens heterossexuais adultos tenha dificuldades afetivas que interferem diretamente em sua sexualidade.

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Orientação vocacional e profissional

Quando se fala em escolher uma carreira a qual seguir, as pessoas ficam inseguras, indecisas e confundidas com a gama de opções disponíveis. Acontece que essa abertura de opções, apesar de angustiante, é benéfica, pois possibilita uma grande variedade de caminhos, visões e projetos de vida. Essa fase de escolha é extremamente angustiante para a pessoa que a vivencia e também para sua família, ela pode ser facilitada por um profissional de Psicologia que poderá contribuir como apoio técnico na reflexão e decisão a respeito da vida profissional.

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